Guia básico sobre Metaverso e como ele pode mudar sua vida

Recentemente, estamos vendo e lendo sobre o Metaverso em todos os lugares. Afinal, desde que o Facebook mudou de nome para Meta, em 28 de outubro de 2021, o conceito nebuloso que inspirou a nova marca tem sido um tema quente de discussão.

Embora possa parecer um fruto da ambição selvagem de Meta, esse não é o caso. A verdade é que o mundo está evoluindo e a tecnologia tem dado a sua contribuição. Aliás, o mercado financeiro é um dos que mais se modernizaram, com o surgimento das fintechs e o boleto parcelado, por exemplo.

Todo mundo quer saber o que é, como funciona e se esse novo mundo afetará nossas vidas, inclusive na parte financeiraSe você é uma das pessoas que procuram respostas sobre o metaverso, este artigo pode ajudá-lo. A seguir, você confere um guia completo sobre o assunto e pode tirar todas as suas dúvidas. Boa leitura!

O que é metaverso?

O metaverso nada mais é que uma rede de mundos virtuais 3D. Ele se baseia na conexão social online, em um ambiente digital que usa Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR). Com isso, ele cria espaços interativos para o usuário, imitando o mundo real.

Essa rede abrange quase tudo: jogos, reuniões e compras. Para acessá-lo, você precisa de um computador ou smartphone com acesso à internet. Além disso, existe a possibilidade de entrar com um fone de ouvido e óculos de realidade virtual.

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A origem do metaverso

O termo apareceu pela primeira vez em um livro de ficção científica chamado Snow Crash, de Neal Stephenson, há quase 30 anos.

No romance, ele fala de avatares realistas que conviviam em prédios 3D e em outros lugares de realidade virtual.

Acontece que, nos últimos anos, o Metaverso deixou de ser uma ilusão e se transformou em realidade, com práticas digitais desenvolvidas pela Lei de Moore. Esses ambientes estão interconectados globalmente, em tempo real, permitindo que bilhões de usuários socializem, joguem e trabalhem de uma forma inovadora. 

O que esperar da evolução do metaverso?

Muitos dizem que o metaverso — que Mark Zuckerberg passou tanto tempo descrevendo durante sua palestra na Connect 2021 —, já existe. Para outros, ele será a próxima evolução da Internet, conhecida como Web3 ou Web 3.0.

Isso acontece porque o conceito representa coisas diferentes para pessoas diferentes. Além disso, as linhas entre o mundo virtual e a realidade ficaram borradas além do nosso reconhecimento.

Na verdade, o proprietário do Meta (antigo Facebook) acredita que ainda pode demorar em torno de uma década para que os principais recursos do metaverso se tornem mais conhecidos

Porém, graças a alguns elementos fundamentais que já estão em vigor, as transformações podem começar a acontecer bem antes. E isso pode ser observado pela velocidade da internet, principalmente com a chegada do 5G.

Outros exemplos são os fones de ouvido com realidade virtual e os mundos on-line robustos e sempre ativos. Apesar de não serem acessíveis a todos, eles já estão funcionando.

Tecnologias e metaverso

Diversas formas de tecnologia irão estimular o metaverso, como aplicativos, softwares, plataformas, estrutura em nuvem, hardwares e até conteúdos criados pelo usuário.  

Além das exigências técnicas, o metaverso também deve contar com as várias experiências de usuários. O que isso quer dizer? Que interações sociais, educação, pesquisas, entretenimento, jogos, comércio estarão por lá, cada vez mais interativos e realistas. 

O que muda com o metaverso? 

Atualmente, todo o suporte que sustenta a internet já permite que milhares de pessoas se encontrem em ambientes virtuais. Isso já é fenomenal, não é mesmo? Porém, para conseguir acompanhar a demanda do metaverso, essa infraestrutura terá de ser ampliada.

A boa notícia é de que as grandes marcas do mercado estão empenhadas em cumprir o seu papel para essa evolução. Inclusive, há rumores de que a Apple lance fones de ouvido com realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR) ainda em 2022. 

Portanto, o metaverso será uma experiência de tecnologia da computação universal. A ideia é que os usuários utilizem seus dispositivos, como celulares, tablets e computadores, e consigam ampliar sua experiência por meio de novas ferramentas e recursos tecnológicos. 

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Tanta mudança, merece um alerta: é preciso aprender a separar a vida real da virtual e cuidar da sua saúde mental. Nesse caso, além de uma melhor regulamentação dentro das plataformas, é preciso lidar com os conflitos causados pela mudança na percepção do mundo ao nosso redor. 

Isso porque, a ideia de um mundo paralelo, com ambientes interativos, rápidos, bonitos e poderosos é muito atrativa. Sem dúvidas, há o risco que algumas pessoas passem tempo demais no metaverso, o que é não será saudável. 

Afinal, como o metaverso pode afetar sua vida financeira? 

Ainda pode ser cedo para ter essa resposta, mas toda mudança gera impactos, não é mesmo? A chegada da internet, por exemplo, transformou e ampliou as formas com que gerenciamos nosso dinheiro, dando origem ao boleto parcelado da VirtusPay — um valioso meio de pagamento para compras online.

Sendo assim, a tendência é que o metaverso também impulsione inovações e isso deve impactar sua vida financeira. Isso porque, esse é um dos setores que mais se beneficiam com os avanços tecnológicos. 

Aliás, uma das grandes modernizações no mercado financeiro, a criptomoeda, deverá ser amplamente utilizada nesse novo mundo virtual. Desde que surgiu, em 2009, o dinheiro eletrônico se tornou muito popular e, agora, deve se firmar. 

Vale destacar que a expectativa é que o usuário consiga se deslocar de “mundo em mundo”, levando seus objetos digitais. Quer um exemplo? Pessoas poderão comprar um calçado virtual da Nike no mundo real e utilizá-lo em um avatar na plataforma Horizon, da Meta. 

Portanto, no futuro, ativos digitais e diversos tipos de moedas farão parte do metaverso. Isso acontecerá de forma natural, da mesma maneira que indivíduos de cidades distintas trocam bens físicos e dinheiro. 

Ainda que o metaverso pareça apenas uma ideia, em pouco tempo ele pode virar realidade. Como vimos, as empresas de tecnologia estão investindo pesado nesse conceito e garantem que ele será um sucesso, ultrapassando até mesmo o que a internet representa hoje. E aí, você está preparado para viver nesses dois mundos?

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